COMPRO MATERIAL DA FEB: JULIOZARY1997@GMAIL.COM

sábado, 28 de março de 2015

ALGUNS DISPLAYS DE COLECIONADORES AMERICANOS DA 10 DIVISÃO DE MONTANHA

Como alguns itens inerentes a esta Divisão foram usados pela FEB, seguem algumas imagens de displays, de colecionadores americanos, sobre a mesma.

Primeiro deles é do Sr Jumpin Jack. O manequim está usando abrigo parka, para camuflagem na neve, capacete pintado de branco, e material de ski, meio de transporte no qual eram altamente treinados.



O próximo é do Sr Johann Willaert


Por fim, veículos de Kevin Krolund e material de Jagjetta, em uma exposição feita no Denver, em 2005.





Fonte: http://www.usmilitariaforum.com/forums/index.php?/topic/215700-10th-mountain-division/

THE RUCKSACK - SITE AMERICANO SOBRE A 10 DIVISÃO DE MONTANHA

De vez em quando, postamos aqui alguma coisa sobre a 10 Divisão de Montanha, uma tropa especial enviada, em 1945, para combater na Itália, sendo vizinha da FEB a partir do último ataque ao Monte Castello, na última metade de fevereiro daquele ano.

Poucas unidades tiveram uma grande variedade de equipamentos e uniformes quanto a 10 Divisão de Montanha. Além do material regular, utilizado por todo o Exército americano, aquela Divisão usava material especial para o frio, esqui e neve.

Abaixo, segue o site que está sendo construído lentamente por W Michael Myers, tendo um visual legal e nos dando uma ideia de parte do material usado pela FEB, entre Nov 44 e março de 45, aproximadamente.

http://www.mountaintroops.us/

Layout do site


Neste link, podem ser vistas algumas exposições feitas pela Associação Nacional da 10 Divisão de Montanha, como a das fotos abaixo, feitas em 2007, em Denver.

http://www.mountaintroops.us/displays.html








Esperamos que o Sr Myers continue a colocar mais posts neste site.

sexta-feira, 27 de março de 2015

ESPERANÇA - UM CURTA METRAGEM DA FEB FEITO NOS EUA

"Um grupo de reenactor de Utah, EUA,  fez, como recursos próprios, um curta-metragem sobre a guerra, mas também sobre a batalha interna de um combatente da FEB"

http://centrohistoricooverlord.com.br/esperanca-um-curta-americano-sobre-a-feb/


Trata-se de um filme interessante, especialmente pelo local onde foi filmado, com grandes montanhas e neve, típico da Itália naqueles anos de 1944 e 1945. Apesar dos "combatentes" estarem usando uniformes e capacetes extremamente limpos para uma guerra, eles ficaram parecidos com os originais, com a exceção da calça. Aparece até uma patrulha da 10 Divisão de Montanha no filme.


DOCUMENTÁRIO "A COBRA FUMOU"

Em novembro de 1999, uma equipe de cinema vai do Rio de Janeiro a Brasília para documentar o XI Encontro Nacional dos Veteranos da Segunda Guerra. Durante o evento, Miguel Pereira, que trabalhou como telegrafista para a Força Expedicionária Brasileira, conta sua decisão de permanecer na Itália depois da guerra.

quarta-feira, 18 de março de 2015

A REVISTA DO EXÉRCITO BRASILEIRO NO ALVORECER DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: O DEBATE SOBRE A DOUTRINA MILITAR BRASILEIRA

Fugindo um pouco do escopo da FEB, apresentamos um artigo recém publicado na Revista do Exército Brasileiro, acerca do debate existente dentro do próprio Exército, sobre qual a doutrina militar a ser adotada no período da Primeira Guerra: se a doutrina francesa ou a alemã.

Segue abaixo o link:

http://www.esg.br/images/Laboratorio/publicacoes/REB_rev_labsdef_Sergio.pdf

domingo, 15 de março de 2015

CURTAS GAÚCHOS - POR MAIS TERRAS QUE EU PERCORRA....

Vale a pena dar uma olhada nos vídeos deste link:

http://redeglobo.globo.com/rs/rbstvrs/curtasgauchos/noticia/2014/08/reveja-todos-os-episodios-da-serie-por-mais-terras-que-eu-percorra.html


São 3 vídeos de 15 minutos cada, aproximadamente, misturando imagens de época e de hoje em dia.


quarta-feira, 11 de março de 2015

FILME ESTRADA 47



Sinopse

Durante a 2ª Guerra Mundial, no sopé de uma montanha na Itália, uma esquadra de caçadores de minas da Forca Expedicionária Brasileira sofre um ataque de pânico e acaba se perdendo em plena Terra de Ninguém. Desesperados, com frio, fome e sede, os despreparados Pracinhas têm de optar por enfrentar a Corte Marcial ou encarar novamente o inimigo.

É então que os remanescentes do grupo decidem rumar para outro ousado objetivo militar: desarmar o campo minado mais temido da Itália. No caminho, acabam encontrando outros desertores: um fascista arrependido e um oficial alemão cansado da guerra. Com a inesperada ajuda dos inimigos, os Pracinhas conseguem realizar um a das mais impossíveis façanhas já imaginadas em todo o conflito.

Ficha Técnica

PaísBrasil, Portugal, Itália
Título originalA Estrada 47
DiretorVicente Ferraz
RoteiristaVicente Ferraz

Fonte: http://www.cafecomfilme.com.br/filmes/a-estrada-47

Trailler



Filme completo pode ser encontrado no youtube.


segunda-feira, 9 de março de 2015

FEB 70 ANOS- VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA.

Apesar das vitórias, ainda há quem deprecie papel da FEB na 2ª Guerra

Luiz Eduardo Rocha Paiva

Especial para o UOL 09/03/2015 - 06h00                                                



Na 2ª Guerra Mundial, quando o Brasil combatia junto aos aliados contra o Eixo nazifascista, fevereiro, março e abril de 1945 marcaram a sucessão de relevantes vitórias da FEB (Força Expedicionária Brasileira) sobre a Wehrmacht (forças armadas da Alemanha).



Em 1942, o Brasil rompera relações diplomáticas com os países do Eixo, após o ataque japonês aos EUA em Pearl Harbor, cumprindo acordo de mútua solidariedade assumido pelos países americanos na Conferência de Havana, em 1940. A reação nazista foi o torpedeamento de navios mercantes brasileiros, matando mais de 2.500 irmãos.

O Brasil não estava preparado para ir à guerra, mas a dignidade nacional exigia tal resposta, pois não bastaria ceder bases militares aos aliados para lavar a honra da pátria. O envio da FEB ao front e seus feitos em campos de batalha italianos mostraram o valor de nossa gente e projetaram globalmente o país.

Há quem deprecie as vitórias da FEB por não terem sido decisivas na derrota do Eixo. Ora, ela era apenas uma das 69 divisões combatentes, considerando apenas as dos EUA na Europa, e atuava em um teatro de operações (TO) secundário. Seus objetivos foram compatíveis aos de uma divisão de infantaria a pé, sem blindados, e eram importantes para o IV Corpo de Exército (IV CEx) dos EUA, ao qual se subordinava.

O nível da FEB, como de qualquer divisão, era tático, e não estratégico. É louvável o Brasil de 1943 ter mobilizado, em um ano, 25 mil combatentes para enfrentar a poderosa Wehrmacht. Hoje, uma força de paz de mil militares para o Haiti, onde a ameaça é de gangues armadas apenas de fuzil, é preparada em seis meses.

A FEB venceu ingentes desafios até se tornar um eficaz instrumento de combate. Os EUA só entregaram o equipamento e armamento na Itália, pois eram necessários às forças aliadas em operações e era uma incógnita o envio de tropas brasileiras ao front.

Ela entrou em combate com preparação incompleta, substituindo duas divisões aliadas veteranas. Os reveses sofridos pelo exército dos EUA – quando empregado em condições semelhantes na Tunísia em 1943 – indicavam que isso teria um custo para a FEB. A respeito da infeliz experiência norte-americana, o General Eisenhower escreveu: foi a inexperiência, particularmente dos comandantes / As divisões americanas não foram beneficiadas com os programas de treinamento intensivo / permaneceram separadas de seu armamento e de grande parte de seu equipamento durante um longo período / Os comandantes e as tropas evidenciaram os efeitos dessa anomalia / embora não lhes faltasse a coragem e o caráter sua eficiência inicial não se compara com a demonstrada / depois de um ano de treinamento.

As batalhas
A FEB atuou em um TO montanhoso, que permite a defesa com forças reduzidas, ainda mais de um inimigo aguerrido, bem equipado e experiente, considerado o exército mais profissional do mundo. Após os êxitos iniciais na aproximação dos montes Apeninos, foi empregada contra a poderosa Linha Gótica para conquistar o Monte Castelo. O fracasso anterior da ofensiva anglo-americana contra Bolonha indicava a necessidade de uma parada tática, e o início do inverno aconselhava esperar o fim da estação para retomar as operações de movimento.

O comando americano avaliou mal o valor defensivo do terreno e o poder de combate exigido para derrotar o inimigo e os efeitos das condições climáticas. O efetivo empregado nos quatros ataques a Monte Castelo, em novembro e dezembro de 1944, era insuficiente – como alertava o general Mascarenhas de Morais, comandante da FEB –, fato agravado quando um contra-ataque alemão desalojou a tropa americana que protegeria nosso flanco esquerdo.

Atacar, recuar em ordem e permanecer na frente sem ser substituída foi um mérito da FEB. Aliás, no front ocidental, poucas divisões aliadas superaram os 239 dias ininterruptos da FEB em contato com o inimigo. É claro que os reveses em Monte Castelo, os dois primeiros sob comando americano, também se deveram à nossa inexperiência e preparação incompleta.

Tais deficiências foram superadas em dezembro de 1944 e janeiro de 1945 nos confrontos entre pequenas frações no front, e não em campos de instrução à retaguarda. A conquista do Monte Castelo em 21 de fevereiro de 1945 despertou a confiança na FEB, consolidada nas vitórias de Castelnuovo, Montese e Fornovo, onde ela aprisionou a 148ª Divisão Alemã, primeira força de tal magnitude a se render na Itália.

A grande batalha da FEB foi a da Linha Gótica, rompida de fevereiro a abril de 1945. Batalhas duram semanas ou meses, e muitos desconhecem que são uma sucessão de combates, não apenas um, com avanços, interrupções temporárias e, às vezes, recuos. Monte Castelo, um dos pontos fortes no limite avançado da Linha Gótica, foi um dos duros combates para rompê-la. Por ser apenas uma divisão, a essência da história da FEB teria de ser o combate de pequenas frações, subunidades e unidades. Soldados, cabos, sargentos, tenentes, capitães e comandantes de unidades venceram o maior desafio do guerreiro – enfrentar o fogo inimigo com equilíbrio emocional, competência e coragem.

É preciso conhecer doutrina, tática e história militar para avaliar o desempenho da FEB sem cair na servidão intelectual de aceitar, sem questionar, opiniões colhidas em fontes de metrópoles culturais. As do lado aliado, eventualmente dissimulam erros de seus comandos e, do lado ariano, relatórios costumam omitir os feitos de forças mestiças nos reveses sofridos.

A FEB mostrou a importância do culto aos valores cívicos. O amor à pátria, o sentimento do dever e a camaradagem, forjados nos riscos comuns, uniram e fortaleceram os pracinhas, impondo-se às diferenças e preconceitos de cor, credo, classe social e ideologia. Infelizmente, esta história é desconhecida dos brasileiros, confirmando as palavras do Padre Antônio Vieira (1608-1697): se servistes à pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.


Luiz Eduardo Rocha Paiva
63 anos, general da reserva, é professor emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil


O ARTIGO FOI PUBLICADO NO SITE "UOL NOTÍCIAS - OPINÃO":"

Enviado por Rodrigo Lima Paiva

quarta-feira, 4 de março de 2015

MUSEU EM IOLA DI MONTESE - ITÁLIA

Para quem estiver visitando a região da Toscana, na Itália, acredito que vale a pena uma visita neste local.

Este museu foi aberto em 2011 e tem, em sua coleção, cerca de 3000 peças, entre elas várias da FEB.

Para saber mais informações, acesse: http://www.sulleormedeinostripadri.it/en/





A heartfelt thanks to all visitors who have visited the museum last year. The activities of the museum will see the culmination in April and June in a series of events for the 70th anniversary of the end of World War II. In April, we will participate in events in Vignola and Bologna where we will exhibit documents, objects and photographs of WW2 era. On April 23, at the FEB Column of Victory, organized by the Brazilian Embassy in Italy with uniformed soldiers and vehicles of WW II era from Brazil, in Iola, opposite the oratory that was a place of first aid of Brazilian Army, will be inaugurated a Memorial Stone dedicated to the soldiers of the Brazilian Expeditionary Force. In June, on the occasion of the Forever Italy 2015 and the descendants of the veterans of the 10th Mountain Division, June 22 will be inaugurated, on top of Mount Terminale, a Memorial Stone dedicated to the soldiers and the 10th Mountain Division.

terça-feira, 3 de março de 2015

LIVROS EDITADOS PELA BIBLIEX SOBRE O BRASIL A SEGUNDA GUERRA

Segue uma lista com os livros atualmente vendidos pela BibliEx, em ordem alfabética:

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==481943&l=MTUy653958

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==456643&l=MTUz562199

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==748185&l=ODc=510601

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==688004&l=MTU4777236

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==102101&l=NjM=311137

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==671114&l=MzAw258353

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==531220&l=NjU=983724

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==961343&l=MzQx672988

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==653799&l=MzIy199498

http://www.bibliex.ensino.eb.br/?Token=MQ==765414&l=MzI3394281




IV SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL


"A Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército (DPHCEx), por meio do Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército (CEPHiMEx), com apoio do Estado-Maior do Exército e da Aditância do Exército na Itália, realizará o IV SENAB - 2ª GM, na cidade de Montese, no período de 18 a 27 de abril de 2015, na Itália, com especial ênfase nas regiões da Toscana e Emilia-Romagna.
O evento abordará os “70 Anos das Vitórias da Força Expedicionária Brasileira”, focando ainda o relacionamento com os habitantes locais. Trata-se de episódio político e militar marcante para a história da humanidade em geral e do Brasil em particular. A intenção é realçar os feitos, divulgá-los e rememorar acontecimentos, buscando uma compreensão mais profunda, precisa e equilibrada a respeito do tema.
O objetivo principal do IV SENAB - 2ª GM será reunir “Pracinhas” e descendentes, Professores, Pesquisadores, Estudantes e o público em geral, civil e militar do Brasil e da Itália, para expor e discutir os resultados de suas avaliações sobre a participação vitoriosa da FEB nos combates do Vale do Serchio, Monte Castello, Montese, Castelnuovo, Zocca e do Vale do Pó, enriquecidos pelos aspectos observados em visitas aos campos de batalha, monumentos votivos e locais de interesse dos episódios históricos estudados.
Os participantes farão jus à Certificação Acadêmica correspondente, chancelada pelo Diretor da DPHCEx e pelo Chefe do CEPHiMEx."


Para realizar a inscrição, clique aqui: http://www.dphcex.ensino.eb.br/iv-senab/?pagina=inscricao

Para saber a programação do evento, clique aqui: http://www.dphcex.ensino.eb.br/iv-senab/public/docs/programacao.pdf


domingo, 1 de março de 2015

CAPACETE INGLÊS MK II CAMUFLADO, USADO NA ITÁLIA

Apresentamos uma peça bastante interessante, não utilizado pela FEB, mas igualmente utilizado na Itália.

Trata-se de um capacete inglês modelo MK II, fabricado em 1940.

Um pouco sobre o capacete MK II:

Em 1938, os preparativos para a guerra intensificaram-se, e novos capacete foram prensados e ficaram conhecidos como capacetes de aço Mk.II. Cerca de 12 milhões desses foram fabricados por vários países da Commonwealth.

Feito de 0,98 milímetros de manganês não magnético, com uma borda de aço inoxidável não magnética, o Mk.II pesa 1,05 kg. A cúpula e o aro são menos circulares do que o Mk.I, assumindo uma forma ovalada, e foram mais bem feitos que os capacetes Mk I. O casco é 5 milímetros mais largo e 5 mm menor do que o casco do Mk I.

Após o início da guerra, o Mk.II sofreu modificações para atender o abastecimento de outras contingências. 


O capacete  mostrado neste post foi repintado durante a guerra, com uma espécie de mistura de areia e tinta, dando um aspecto camuflado, quebrando o brilho que vinha originalmente na pintura de inicio de guerra.

Este capacete possui um triângulo avermelhado na sua pintura, o que o identifica como Coldstream Guards, que lutou junto ao VIII Exército Britânico no Norte da Africa e, depois, na Itália.

Para saber mais sobre os Coldstream Guards, acesse:

A seguir, as imagens do capacete:




O VIII Exército britânico lutou lado a lado com o V Exército americano na Itália, o que faz desse capacete um vizinho da FEB.

FOLHETO DO FORTE DE COPACABANA COM DESENHO INUSITADO DA FEB

Reparem o desenho abaixo:


Os dois militares que estão manuseando o morteiro estão utilizando capacetes............alemães???

É verdade que alguns veteranos trouxeram capacetes alemães como souvenir de guerra, mas, de forma alguma, eles não utilizaram isso em combate, como tenta demonstrar o desenho acima.

O formato dos capacetes M1, de fabricação americana e usados pela FEB,  são bem diferentes que os alemães, especialmente os modelos M35, M40 e M42. Inclusive, o capacete alemão é o item que mais distinguia o soldado alemão do febiano, no início da campanha, esteticamente falando.

O que sugeriu o autor a fazer esse desenho?

Mistério....

Obs: O soldado que segura a munição de morteiro parece o Gen Mascarenhas de Moraes.