COMPRO MATERIAL DA FEB: JULIOZARY1997@GMAIL.COM

quinta-feira, 28 de março de 2013

ELES DESONRARAM A FARDA DA FEB - POR ROSTAND MEDEIROS

Este artigo, escrito por Rostand Medeiros, é um dos únicos que existem acerca de aspectos negativos sobre a Força Expedicionária Brasileira.

Trata-se da apresentação de um caso de dois pracinhas que cometeram crimes seguidos nas cercanias de Porreta Terme, incluindo um homicídio contra civil.

Como diz o próprio autor, em uma guerra, não apenas heróis se sobressaem, mas alguns vilões também. No caso de uma força composta por 25.000 homens, certamente existiam "maçãs podres", que acabavam denegrindo a imagem de todos os outros, principalmente na região onde o crime ocorreu.

Para quem quiser ler mais sobre o assunto, acesse:

http://tokdehistoria.wordpress.com/2013/02/08/eles-desonraram-a-farda-da-forca-expedicionaria-brasileira/

Enviado por Cesar Campiani.

domingo, 24 de março de 2013

CONDECORAÇÕES BRASILEIRAS OUTORGADAS AOS ALIADOS

A foto a seguir é uma prova de que o Brasil concedeu condecorações a algumas autoridades aliadas, como forma de reconhecimento aos serviços prestados, à amizade e, até mesmo, como forma de retribuição, uma vez que os outros exércitos faziam a mesma prática com Generais brasileiros.

Trata-se do Marechal de Campo Harold Rupert Leofric George Alexander, Comandante do Teatro de Operações do Mediterrâneo, portando sua recém recebida Ordem do Mérito Militar.


quarta-feira, 20 de março de 2013

BENÇÃO PAPAL - FAMÍLIA FEBIANO LUCIANO DA FONSECA

Apresento-vos um documento, emoldurado, bastante interessante. Trata-se de uma benção Papal, datada de 5 de julho de 1945.

Diversos pracinhas, quando tiveram a oportunidade de visitar Roma, levaram a sério aquele ditado de ir a Roma e visitar o Papa. Na verdade, esses documentos não comprovam que os veteranos estiveram realmente com o Papa, mas que estiveram no Vaticano.

A benção Papal podia ser dada, também, por: 
- Cardeais, bispos e abades em certas solenidades.
- Pregadores de retiros, no fim dos exercícios espirituais.
            - Qualquer sacerdote aos doentes à hora da morte.
Fonte: http://www.ourladyoffatimachurch.net/ENCICLOPEDIA%28B%29BENCAO%20PAPAL.html

Naquela época, o Papa era Pio XII, que esteve à frente da Igreja Católica entre 2 de março de 1939 e 9 de outubro de 1958, data de sua morte, aos 82 anos.

Nascido em Roma, na Itália, em 2 de março de 1876, o Papa Pio XII ocupou o mais alto cargo pontífice durante toda a Segunda Grande Guerra, o que o torna como um dos Papas que teve um dos fardos mais pesados de toda a história.

Segue uma foto do Papa Pio XII.

Fonte: http://madreigrejaemfotos.blogspot.com.br/2012/10/184-papa-pio-xii-sentado-em-seu-trono.html

Agora, a foto da benção Papal concedida ao febiano. Nota-se a imagem de perfil do Papa supramencionado.


Nota-se, também, no documento, o carimbo em relevo do Papa, bem como a assinatura do capelão chefe do US Army na Itália.

sábado, 16 de março de 2013

RECUPERAÇÃO DE BLINDADO SOBRE RODAS M-8

No dia 23 de Fevereiro a Associação Paulista de Veículos Militares Antigos, esteve no Arsenal de Guerra de São Paulo para uma visita às instalações, onde foi recebida pelo Cel. Soares Diretor do AGSP, Ten. Cel. Tanko Vice Diretor do AGSP e Ten. Cardoso RP do AGSP, mais um grupo de militares especialistas em manutenção de viaturas do exercito Brasileiro.

Na passagem pela oficina de manutenção de Viaturas EE-9 Cascavel foi possível ver o trabalho que esta sendo executado na reforma do M-8, e o avança já alcançado pela equipe do Arsenal.

Neste dia foram entregues por Paulo E. Pinotti de Almeida e Marco Cesar Spinosa respectivamente presidentes da Associação Paulista de Veículos Militares Antigos e da Associação Brasileira de Preservadores de Veículos Militares os galões de tinta “Olive Drab” e as mascaras para pintura das marcações da Força Expedicionária Brasileira aos representantes da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil Seção São Paulo, Cel. PM Paulo Telhada vice-presidente e Sr. Jairo Junqueira Filho secretário geral, que imediatamente repassaram o material ao Coronel QEM Roberto Miranda Soares Diretor do Arsenal para que estivessem à disposição da equipe responsável pela reforma.

Enviado por Paulo Pinotti.




Fonte: hmmb.com.br/forum

quinta-feira, 14 de março de 2013

COMEMORAÇÃO DA BATALHA DE FORNOVO DI TARO

Nosso amigo Paulo Pinotti gostaria de convidar a todos para as Comemorações do 68º Aniversário da Batalha de Fornovo di Taro em Caçapava - SP, nas dependencias do quartel do 6º Batalhão de Infantaria Leve, nos dias 27 e 28 de Abril de 2013.

Foto da reencenação da rendição alemã em Fornovo di Taro.


Fonte: hmmb.com.br/forum

quarta-feira, 13 de março de 2013

VÍDEO DA TRANSLADAÇÃO DOS RESTOS MORTAIS DOS HERÓICOS PRACINHAS BRASILEIROS TOMBADOS NA ITÁLIA

Vídeo de aproximadamente 9 minutos.

Imagens raras da saída dos pracinhas da Itália, ocorrido na década de 60, quando foram trazidos para o Rio de Janeiro, no recém construído Monumento Nacional dos Mortos da Segunda Guerra, no aterro do Flamengo.

Vídeo triste sobre o translado daqueles que não voltaram vivos para casa.

http://zappiens.br/portal/VisualizarVideo.do?_InstanceIdentifier=0&_EntityIdentifier=cgiX8nsIxp1x2-YmFqcBLOkf9XcZ-1_dIJhxQBUKawvk6U.&idRepositorio=0&modelo=0

Enviado por Marcos Cidade.

Fonte: hmmb.com.br/forum

sábado, 9 de março de 2013

SOLDADO BERNARDES E AS IMPRESSÕES SOBRE A CAMPANHA - LIVRO A EPOPÉIA DOS APENINOS

Interessantes comentários feitos pelo febiano acerca da campanha na Itália.

As fotos redundam o pensamento de quem realmente esteve na frente de combate.










PEÇAS DO SOLDADO NELSON BERNARDES - O HERÓI DE MONTESE

Dando continuidade ao lote do Nelson Bernardes, pertencente à coleção de nosso Irmão Gustavo Lima, vamos mostrar mais algumas peças.

Primeiramente, uma foto de todo o conjunto.

Um patch da cobra fumando, feito em Florença, mas creio que é uma das primeiras a serem feitas, pelo formato da cobra.
Mais um modelo coração Brasil.





Distintivo do 5 Exército;
.
Os 3 distintivos juntos.
 A Cruz de combate de primeira classe, juntamente com o barrete, botoniere e pin de lapela.
 Uma foto do conjunto.


sexta-feira, 8 de março de 2013

FILME ITALIANO SOBRE A FEB



Direção: Andrea W. Castellanza
Roteiro: Rocco Moliterno
Efeito visual: Vania Di Fiore
Vídeo: COL, HD, 16/9.
Idioma: Italiano, portoghese (Brasiliano), Inglese
Produção: Effedemfilm srl
Ano: 2012
Status: Em desenvolvimento

Enviado por Paulo Pinotti

Fonte: hmmb.com.br/forum

quinta-feira, 7 de março de 2013

SOLDADO NELSON BERNARDES - HERÓI DE MONTESE

Breve histórico:

Nelson Bernardes nasceu em Guaranésia, Minas Gerais, em 1920. Lutou na Segunda Guerra Mundial junto ao 6 RI, de Caçapava. Seu nome de guerra era Bernardes, embarcou para a Itália em 2 de julho de 1944 e retornou em 6 de julho de 1945.

Nelson Bernardes foi condecorado com a Cruz de Combate de Primeira Classe (a mais alta condecoração de bravura do Exército) e a Medalha de Campanha da FEB, A ação meritória está descrita na foto 5.

Após o retorno ao Brasil, Nelson Bernardes residiu em São Paulo, na capital. Ele e a família trabalhavam no ramo do entretenimento, uma vez que eram donos de um cinema. Ele residiu no bairro da Aclimação (informação cedida pelo Prof Dr Cesar Campiani).

Texto escrito pelo nosso irmão Gustavo Lima.

Para maiores informações, fazer sugestões ou comentários, escreva para feb.sempre.feb@gmail.com


Belo exemplar de foto de estúdio colorizada. Tirada já no Brasil podemos notar o distintivo da cobra fumando no uniforme de lã, os overseas bars na manga esquerda, as medalhas recebidas, bem como as barretas americanas, não recebidas oficialmente.




Diploma de participação no Teatro de Operações na Itália.


Diploma da Medalha de Campanha da FEB.


Raro diploma da Cruz de Combate de Primeira Classe.


Closeup da citação de combate do Nelson Bernardes, com a ação meritória em Montese.







terça-feira, 5 de março de 2013

A DECISÃO DE HITLER DE DEFENDER A ITÁLIA

A partir de hoje colocarei algumas partes da dissertação de mestrado em operações militares, a qual concluí em 2005.

Começarei por:



A Decisão de Hitler sobre a defesa da Itália (1943-1944)




Após a deposição de Mussolini pelos próprios italianos, conhecidos como partigiani 5, uma força alemã, comandada por Otto Skorzeni, resgatou-o, levando-o para o norte da Itália, onde foi criada a República de Saló, e o resto da Itália ficou em poder do Marechal Pietro Badoglio, este contra o regime fascista.
De acordo com Mavrogordato (2004, p. 289), a decisão de Hitler de “não entregar o Sul da Itália, depois da invasão do território continental pelos anglo-americanos, em setembro de 1943, provocou algumas das batalhas mais sangrentas da segunda guerra, sendo elas: Rio Rápido, Monte Cassino e Anzio”. Essas batalhas decorreram da decisão de retirar suas forças para o Norte dos Apeninos, defendendo somente o norte da Itália.
Hitler decidiu retirar as forças para o norte depois que o governo do Marechal Pietro Badoglio decidiu pela defecção em relação ao Eixo, e quando os aliados já haviam estabelecido um baluarte em Nápoles, ao sul da Itália.
Não constituiu surpresa para Hitler e para o Oberkommando der Wehrmacht 6 (OKW) o armistício entre a Itália e os aliados, anunciado no dia 8 de setembro de 1943, na véspera do desembarque em Salerno. Desde maio daquele ano, os alemães desconfiavam das intenções italianas, e já tinham sido elaborados os planos para enfrentar tal acontecimento.
O pré-requisito básico de um plano defensivo estratégico é a existência de uma poderosa reserva, porém esta já não existia mais, pois as perdas alemãs em Stalingrado, durante o inverno de 1942 - 43, e na Tunísia, na primavera de 1943, foram muito grandes. Só teria sido possível organizar uma reserva se fosse reduzida a extensão da frente. Para isso, teriam de ser realizados movimentos retrógrados, o que Hitler se negava a fazer. Um TO só poderia ter sido reforçado a custa de um outro, mas Hitler se negava a perder qualquer parte de um território já conquistado.
Diante da perspectiva de perder o seu aliado mais forte, Hitler examinou diversas alternativas estratégicas. A Alemanha poderia passar à defensiva na Itália e na Grécia (esta basicamente por tropas italianas). A Alemanha poderia também entregar toda a Itália aos aliados, evitando, assim, o engajamento de mais tropas em um lugar que só poderia ser considerado um TO secundário. Ou ainda, a Alemanha poderia “defender a Itália em uma linha geográfica que evitasse a perda do Vale do Pó, com seus ricos recursos agrícolas e industriais” (MAVROGORDATO, 2004, p. 293). Em última instância esta foi a política adotada, sendo a mais famosa das linhas defensivas a Gótica, calcada nos Montes Apeninos.


5 “São os guerreiros libertários italianos que lutam nas montanhas dos Apeninos contra os nazistas. Fazendo incursões súbitas contra postos nazistas, cortando de vez em quando suas linhas de comunicações [...]” (BRAGA, 1996, p. 37).
6 Alto-Comando do Exército Alemão.

REFERÊNCIAS:


BRAGA, Rubem. Crônicas da Guerra na Itália. Rio de Janeiro: Record, 1996.

MAVROGORDATO, Ralph S. In: As Grandes Decisões Estratégicas: II Guerra Mundial/ elaborado pela Diretoria de História Militar do Departamento do Exército dos EUA; tradução de Álvaro Galvão. – 2ª Ed. – Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 2004.