COMPRO MATERIAL DA FEB: JULIOZARY1997@GMAIL.COM

sábado, 26 de janeiro de 2013

PATCH COBRA FUMANDO - MADE IN USA

Reproduções de patches da Segunda Guerra Mundial existem desde que as hostilidades findaram na Europa. Os fabricantes haviam criado uma enorme capacidade, durante a guerra, para produzir distintivos de pano (patches), sendo que uma grande parte de pedidos foi cncelada em 1945. 

Ao mesmo tempo, muitos soldados, principalmente americanos, começaram a recolher e a colecionar aquelas insígnias. Uma série de empresas tiveram a idéia de fazer patches como marketing para colecionadores, a exemplo dos que colecionavam selos e moeda.  

Até mesmo álbuns para o armazenamento de uma coleção foram confeccionados. A mais conhecida dessas empresas era a "The Patch King." Seu estoque era feito, principalmente, de sobras de patches originais, mas alguns não haviam em inventário. Nesses casos, a nova insígnia era produzida diferentemente da original. 

A maioria destas empresas desapareceram durante a década de 1960, talvez como resultado de sentimentos gerados durante a era do Vietnã. Algumas dessas reproduções mais velhas estão se tornando colecionáveis também.

Para a minha surpresa, encontrei, em um leilão na internet, um desses. Particularmente eu não gostei muito, pois difere bastante de um original, fabricado na Itália ou no Brasil. Mas, querendo ou não, é mais uma variante do patch mais querido do Brasil. Há réplicas bem parecidas com este. Portanto, quem quiser, tome bastante cuidado.



domingo, 20 de janeiro de 2013

METRALHADORA DE MÃO M3 GREASE GUN

A metralhadora de mão M3 é uma arma de calibre .45, de fabricação norte-americana, adotada pelo Exército dos EUA em 12 de dezembro de 1942. A M3 foi uma alternativa para a submetralhadora Thompson, pois era mais barata de se produzir, mais leve, mais precisa, e também compartilhava o mesmo tipo de munição. A M3 foi comumente referida como o "Grease Gun", ou simplesmente "Greaser ", devido à sua semelhança visual a ferramenta de um mecânico.

Como era pretendido ser uma substituta para a série Thompson, a M3 e sua sucessora melhorada, a M3A1 começaram a substituir o Thompson na primeira linha de serviço no final de 1944 e início de 1945. Devido a atrasos causados ​​por problemas de produção e mudanças de especificação, a M3/M3A1 viu limitado uso em combate na Segunda Guerra Mundial.




No Brasil, ela encontrou uso limitado na FEB, tendo ficado no serviço ativo do Exército até, pelo menos, a década de 1970.

sábado, 19 de janeiro de 2013

ASSOCIAÇÃO DOS EXPEDICIONÁRIOS CAMPINEIROS NA INTERNET

É com a grata satisfação que apresento-vos um site sobre a Associação dos Expedicionários Campineiros.

Cada vez é mais difícil que se mantenham, vivas, as Associações dos febianos. Um dos motivos óbvios é a presença cada vez menor de febianos nas referidas casas. Como grande parte do povo brasileiro prefere conhecer quem está no paredão do Big Brother, a saber a história daqueles que foram para o outro lado do Atlântico, na década de 40, é esperado o agravamento dessa situação.

Indo contra a assertiva acima, a Associação dos Expedicionários Campineiros (AExCamp) é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a preservação da memória e do patrimônio histórico-cultural dos cidadãos campineiros, adotivos ou de nascimento, que combateram na II Guerra Mundial (1939-1945), na defesa de nossa honra e integridade nacional no litoral brasileiro, nos campos e nos ares da Itália.

Fundada em 28 de outubro de 1945, em Campinas, SP, a AExpCamp é a mais antiga Associação de Ex-Combatentes Febianos do Brasil, dado que a idéia de sua fundação  ganhou vida ainda à bordo, no navio que trouxe os pracinhas da Itália para o Brasil, ao final da guerra.



Para maiores informações, visite: http://aexpcamp.itapetininga.com.br/


Associação dos Expedicionários Campineiros
Rua Dr. Falcão Filho, nº 96, Campinas, SP

Para maiores informações,
Tel: 19 9111.1274 / 32438609

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MINIATURA DO ESTANDARTE DO 6° RI - REGIMENTO IPIRANGA

O 6º Regimento de Infantaria, atual Batalhão de Infantaria Leve (6º B I L), também conhecido como Regimento Ipiranga, é uma unidade do Exército Brasileiro, localizada em Caçapava, no estado de São Paulo e vinculada à 12 Bda Inf L (Amv), sediada na mesma cidade. 

O Regimento integrou a 1 DIE, durante a Segunda Grande Guerra, entrando em ação em 15 de novembro de 1944, sob o comando do Coronel João de Segadas Viana, que ao final dos combates foi substituído pelo Coronel Nélson de Melo. Foi a unidade com maior números de jornadas em combate, participando das batalhas de Monteprano, Castelnuovo, Monte Castello, Montese e Collecchio, e do combate e cerco de Fornovo Di Taro, de 28 e 29 de abril de 1945, que culminou com a rendição incondicional da 148ª Divisão Alemã, remanescentes da Divisão da Itália e da 90ª Divisão Panzer Granadier, fazendo 14.739 prisioneiros (dentre os quais, 2 generais) e cerca de 1.500 viaturas, 4.000 canhões e grande estoque de armamento e munição. 

Uma boa parte do material apreendido se encontra, atualmente, espalhada por diversos quartéis do Exército Brasileiro, principalmente os temidos canhões de 88 mm.

Abaixo, temos uma miniatura, em metal, do estandarte do Regimento, adotado após a campanha na Itália, onde podem ser vistos os nomes das principais batalhas onde atuou.


 Abaixo, o estandarte com um distintivo de braço, do mesmo Regimento. 


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/6%C2%BA_Batalh%C3%A3o_de_Infantaria_Leve

Adaptado pelo autor.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

METRALHADORA M1919 CAL .30

Este vídeo faz parte do seriado do History Channel, denominado Top Shot.

No episódio em tela aparece a metralhadora calibre .30 largamente utilizada pelos aliados, durante a Segunda Guerra, inclusive pela FEB.

O vídeo mostra, também, o Halftrack americano, do mesmo modelo usado pelo Esquadrão de Reconhecimento.