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domingo, 29 de setembro de 2013

A POLÍCIA DO EXÉRCITO NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

A fase preparatória

Com a necessidade de se organizar uma Divisão de Infantaria, aos moldes americanos, um pelotão de Polícia Militar (Military Police) deveria ser criado.

Este tinha como missão: manutenção da ordem e da disciplina nos estacionamentos (marchas, bivaques, acampamentos e acantonamentos); disciplina no tráfego das estradas; guarda aos QG; vigilância de pontos críticos, como pontes; vigilância de brechas entre as unidades; guarda de prisioneiros e de seu transporte; balizamento de estradas, etc.

O treinamento foi realizado a partir de março de 1944, no Campo de Instrução de Gericinó. A formação foi realizada no 3 Regimento de Infantaria, sendo organizado em duas seções, uma de tráfego e outra de polícia. O Comandante do Pelotão tinha, também, o encargo de Inspetor de Tráfego.

Tendo em vista o desconhecimento, nas fileiras do Exército, sobre questões policiais, pensou-se em aproveitar alguma corporação distinta. Assim, ao núcleo original de 19 homens do Exército, se juntaram 44 voluntários oriundos da Guarda Civil de São Paulo.

O Pelotão de Polícia Militar da FEB estava sediado, provisoriamente, na Rua São Francisco Xavier, em anexo ao QG da DIE.

A atuação na Itália

O Pelotão foi para a Itália junto ao 1 escalão, sendo comandado pelo Tenente José Sabino Maciel Monteiro (o qual já temos um artigo aqui). 

O Pelotão de PM podia ser caracterizado por seus distintivos (garruchas cruzadas na gola), o capacete MP e o braçal, representando a autoridade.

Em abril de 1945, o Pelotão teve seu efetivo elevado, alçando a categoria de Companhia. Por seu íntimo envolvimento no conflito, o Pelotão MP teve duas perdas em combate: os soldados Paulo Emydio Pereira e Clóvis Rosa da Silva.

Fonte: PINTO JUNIOR, DOMINGOS VENTURA et all. A Polícia do Exército Brasileiro. Porto Alegre: Genesis, 2001.


Enviado por: Fabio Linhares.

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