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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Livro da Eduel aborda reintegração dos veteranos da FEB





O livro "A Guerra que não Acabou: a reintegração social dos veteranos da Força expedicionária brasileira (1945-2000)" foi lançado nesta segunda-feira próxima passada, dia 12, às 18h30, no Brasiliano Bar & Cozinha.

O livro, que teve origem na pesquisa de doutorado do autor Francisco César Alves Ferraz, professor do Departamento de História da UEL, aborda a época do término da 2ª Guerra Mundial e o retorno de milhares de pracinhas convocados para combater as forças do Eixo, na Campanha da Itália, entre 1940 e 1945, destacando que a sociedade brasileira, apesar das promessas, não estava preparada para a reintegração desses ex-combatentes.

Trecho do livro:

"Convocados, armados e treinados para o combate, os cidadãos-soldados brasileiros lutaram contra o nazifascismo, na Campanha da Itália. Vitoriosos, foram recebidos com festas e promessas de valorização social. Mas, aos poucos, os ex-combatentes e seu passado caíram no esquecimento. Ao longo de quase sete décadas, os veteranos da Força Expedicionária Brasileira têm lutado pelo reconhecimento concreto e simbólico de seus feitos. Para esses brasileiros, trata-se de uma guerra que ainda não acabou".
Enviado por Gustavo Lima.
Disponível em: www.hmmb.com.br/forum

sábado, 17 de novembro de 2012

FOTO DE ESTÚDIO DE PILOTO DA FAB - 1950

Não, esta foto não é de um piloto do Senta a Púa, nem do período da Segunda Guerra, porém achei igualmente interessante, por se tratar de uma foto do pós-guerra (datada de 1950).

Este tipo de foto é um meio de se verificar a evolução dos uniformes, brevets, e demais particularidades das Forças Armadas.

A foto em questão traz um uniforme parecido, mas ligeiramente diferente, daqueles usados pelos pilotos na Itália, uma vez que o Regulamento de Uniformes da FAB foi modificado em 1947.

Uma das diferenças, facilmente notável, é a do brevet de piloto, que a partir daquela data recebeu o listel, com a denominação ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, abaixo da parte central, além da data da Proclamação da República: 15 de novembro de 1889.

Pode ser notado o listel no brevet colocado ao lado da foto.


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

XXIV ENCONTRO NACIONAL DOS VETERANOS DA FEB

Informamos a todos que, na data de amanhã - 10 de novembro, às 10 horas, realizar-se-á o XXIV Encontro Nacional dos Veteranos da FEB, na cidade de Juiz de Fora - MG.

O evento tem como objetivos: realizar o congraçamento dos veteranos da FEB e homenagear os ex-combatentes da 2 GM na guarnição de Juiz de Fora.

O local será o Largo do Riachuelo, sendo o uniforme para os militares o camuflado (4 A1, com boina) e o traje esporte para os civis.

Para maiores informações, entrarem contato com a RP da 4 Brigada de Infantaria Motorizada.

sábado, 3 de novembro de 2012

28/11 - Dia do Soldado Desconhecido

28/11 - Dia do Soldado Desconhecido
Qua, 31 de Outubro de 2012

Fonte: Site da Presidência da República
http://geopr1.planalto.gov.br/saei/noticias/32/3220

Celebra-se no Brasil, em 28 de novembro, o Dia do Soldado Desconhecido, que tem como objetivo prestar homenagem a todos aqueles que morreram em combate e cujos corpos não foram encontrados. "Túmulo do Soldado Desconhecido" é o nome que recebem os monumentos erigidos para honrar os soldados que morreram em tempo de guerra, sem que os seus corpos tenham sido identificados. A tradição desta prática teve início no Reino Unido, quando, ao fim da Primeira Guerra Mundial (1918), o país enterrou um combatente desconhecido em nome de todos os exércitos do Império britânico, na Abadia de Westminster, em 1920. Este ato simbólico levou outras nações a seguir o exemplo. Um dos túmulos mais famosos é o que está sob o Arco do Triunfo de Paris, que foi instalado em 1921 para honrar os mortos da Primeira Guerra Mundial.

No Brasil, no Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, há o Túmulo ao Soldado Desconhecido Brasileiro, que representa todos os mártires da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e visa simbolizar a sepultura de todos esses militares desaparecidos em combate, resgatar a sua memória e prestar-lhes honras. Nesse "túmulo" simbólico encontra-se escrito:

"Honra a Pátria no passado: sobre os túmulos dos heróis;glorifica-a no presente: com a virtude e o trabalho; impulsiona-a para o futuro:com dedicação, que é a força da fé. Ama a terra em que nasceste e à qual reverterás na morte. O que fizeres por ela, por ti mesmo farás, que és terra, e a tua memória viverá na gratidão dos que te sucederam."

Os soldados brasileiros mortos durante a Segunda Guerra Mundial foram enterrados no Cemitério Militar Brasileiro de Pistóia, na Itália. Em 1960, os corpos foram transladados para o Brasil e enterrados no Monumento Votivo Militar Brasileiro, onde se encontra uma pira, permanentemente acesa. Em 1967, foram encontrados, na Itália, os restos mortais não identificados de um soldado brasileiro morto na campanha da FEB. Seu corpo foi sepultado em solo italiano e seu túmulo foi declarado como Monumento ao Soldado Desconhecido. O Brasil se tornou, então, a única nação no mundo a possuir dois memoriais dedicados a seus mártires e heróis de guerra.
 
Tanto o monumento do Rio de Janeiro quanto o de Pistóia são dignos de uma visita, para quem gosta da FEB, de história militar, ou mesmo da história do Brasil, pois aqueles que se encontram enterrados neles ajudaram a escrever algumas páginas da história recente do País.
 
Enviado por Gustavo Lima.
 
Fonte: www.hmmb.com.br/forum