COMPRO MATERIAL DA FEB: JULIOZARY1997@GMAIL.COM

domingo, 30 de setembro de 2012

DIPLOMA DA CRUZ DE MÉRITO DE GUERRA COM ESPADAS 2 CLASSE, GEFREITER EWALD SCHMIDT - 232 DIVISÃO DE INFANTARIA

A 232 Divisão de Infantaria alemã foi criada em 26 de junho de 1944, tendo sido a última a ser deslocada para a defesa do território italiano, durante a Segunda Guerra.

Após cerca de 2 meses de preparativos, a Divisão finalmente começou a ser deslocada para o front italiano, pertencendo inicialmente ao Exército da Ligúria (agosto de setembro de 44) e depois ao 14 Exército (a partir de novembro).

A Divisão foi formada em Wildflecken, tendo sido comandada pelo Generalleutnant Eccard Freiherr von Gablenz.

A seguir, um raro documento outorgante da medalha Cruz de Mérito de Guerra com Espadas, ao então Gefreiter (posto) Ewald Schmidt, datado de 1 de setembro de 1944.

Histórico dessa medalha:

A Cruz de Mérito de Guerra, instituída antes do início da guerra, fazia parte integrante da estrutura de condecorações do Terceiro Reich, preenchendo vazios que existiriam de outra forma, tanto nas áreas civis quanto nas militares.Em tempos anteriores, a Cruz de Ferro com fita "não-combatente" distinguia autoridades estaduais, civis e auxiliares militares que contribuíram para o esforço de guerra. No entanto, tornou-se evidente, a partir de experiências na Primeira Guerra Mundial e da Guerra Civil Espanhola, que somente esta condecoração não seria suficiente para reconhecer o grande número de forças civis e auxiliares que foram necessárias para travar uma guerra moderna.
 
Este novo conceito de guerra exigiria mobilização quase completa, gerando uma perspectiva que mais tarde foi conceituada como a Guerra Total. Para reconhecer os milhões de alemães que foram empregados diretamente em apoio à Wehrmacht, e aqueles empregados nas indústrias de guerra, tais como estaleiros, depósitos de munições, fábricas de aviões, e linhas de montagem, uma condecoração de maior peso era necessária.


Na área militar, a República de Weimar tinha deixado um vazio quando, após a Segunda Guerra Mundial, aboliu os prêmios militares estaduais germânicos. Estes prémios haviam desempenhado um papel significativo ao premiar tanto bravura quanto atos relativamente comuns de mérito militar. No final, várias novas condecorações foram criados por Hitler, entre elas a Cruz de Mérito de Guerra (Das Kriegsverdienst Kreuz, ou KVK), que foi instituída em 18 de outubro de 1939.

A Cruz de Mérito Guerra com espadas reconhecia aqueles militares cujos atos de coragem estavam acima do dever, mas não cumpria os critérios para a outorga da Cruz de Ferro. Esses atos podiam ser na forma de bravura, mas não sob fogo inimigo direto, ou as operações de combate por meio do planejamento / liderança do mesmo. Todos os membros das forças armadas eram elegíveis, sem distinção de grau, e os não alemães Aliados foram igualmente elegíveis.A Cruz de Mérito de Guerra acabou por ser utilizada para reconhecer praticamente qualquer serviço, e se tornou a condecoração alemã mais amplamente distribuída durante a guerra. 

A condecoração concedida a Herr Schmidt ocorrera no dia imediatamente anterior ao início do deslocamento da Divisão para a Itália. Ou seja, ocorreu ainda em Wildflecken.





Abaixo, a assinatura do General Gablenz, Comandante da 232 DI durante toda a campanha.




Trata-se de um documento bastante raro. 

FEB HERÓIS ESQUECIDOS - UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI



Curta metragem de 22 minutos produzido pela Universidade Anhembi Morumbi, que conta um pouco da história da Força Expedicionária Brasileira. Vídeo com relatos de veteranos do 11 RI e conhecimentos doutrinários do Prof Dr Cesar Campiani.

Enviado por Gustavo Lima.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

THE LAST RIDGE: BATALHAS EM MONTANHA DA 10 DIVISÃO

Este pequeno vídeo mostra, com imagens de época, um pouco da trajetória da Divisão americana que atuou como vizinha da FEB nas operações desencadeadas em fevereiro de 1945, culminando com a tomada de Monte Castello e todas as adjacências.

Foi crucial para a liberação da estrada SS 64, rumo à Bologna.

Filme em inglês, com a duração de 5 minutos e meio.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DOCUMENTÁRIO - O BRASIL NA BATALHA DO ATLÂNTICO

Lançamento do Documentário O Brasil na Batalha do Atlântico

LUIS GABRIEL
http://www.sentandoapua.com.br

Link do trailer: http://www.youtube.com/watch?v=WZlOrP2YMJI&feature=player_embedded

14SET2012 - Contando com a presença do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de MOURA NETO, e outras autoridades civis e militares, foi lançado no Rio de Janeiro, na Escola de Guerra Naval, o terceiro documentário da BSB Cinema sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial: O Brasil na Batalha do Atlântico.

Neste documentário, o Diretor Erik de Castro, resgata depoimentos emocionados de Veteranos das Marinhas Mercante e de Guerra, e de sobreviventes dos naufrágios impostos pelos submarinos do Eixo,.fechando assim a trilogia da atuação das nossas Forças Armadas na Segunda Guerra..

Com um estilo bem próximo àquele encontrado no Senta a Pua, os 120 minutos de projeção passam sem que o espectador perceba. A dupla Julio Zartos (animação) e Eugênio Matos (trilha sonora) também assina este belíssimo documentário que retrata, com muita felicidade, a atuação destes homens que certamente são os mais esquecidos dentre aqueles que participaram do maior conflito do século XX.

"Durante a Batalha do Atlântico, o Brasil escoltou 3.164 navios mercantes em 575 comboios, contudo, no decorrer do conflito, foram afundados 3 navios de guerra e 30 navios mercantes, nos quais faleceram 1.927 pessoas, sendo 469 militares da Marinha, 956 tripulantes dos navios mercantes e 502 passageiros. " (Divulgação BSB Cinema)

Biografia e Filmografia do Diretor
Erik de Castro é cineasta e sócio-diretor da BSB Cinema Produções. Graduou-se em Cinema pelo Los Angeles City College (LACC) e fez especialização em direção de atores na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, em Cuba. Atuou como correspondente internacional do jornal Correio Braziliense nos EUA e criou e foi co-autor da coluna 'Cinefoco' (Revista Foco). Produziu, co-escreveu e co-dirigiu o média-metragem "Razão Para Crer" (1996) - 'Menção por Excelência Criativa' no 30º Festival de Filme e Vídeo dos Estados Unidos. Em 2001 lançou seu primeiro longa-metragem, o documentário "Senta a Pua!" ('Menção por Excelência Criativa' no 33º Festival de Filme e Vídeo dos Estados Unidos; Troféu 'Coppa Festival del Cinema di Salerno' - Itália; Troféu 'Boto de Ouro' - Melhor Filme, Júris Oficial e Popular - 1º Festival de Cine-Vídeo da Amazônia; e Troféu 'Estrela do Mar' – Melhor Filme e Melhor Montagem - 12º Festival de Cinema de Natal). Produziu "A Cobra Fumou" (2003), de Vinícius Reis. Em 2010, lançou "Federal", seu longa de estréia na ficção (Melhor Thriller e Melhor Ator - Michael Madsen - no New York International Independent Film Festival – 2011).

Produção: Keilla Pinheiro e Erik de Castro | Produção Executiva:Heber Trigueiro e Solange de Barros | Roteiro:Marcio Bokel e Erik de Castro |Fotografia:Cezar Moraes, ABC | Montagem:William Araújo e Heber Trigueiro | Som:Juarez Dagoberto e Wilsinho Andrade | Animação:Júlio Zartos e William Araújo | Música Original:Eugênio Matos.

[Ano de produção 2012 | Duração 82 minutos | Som Estéreo | Classificação indicativa Livre].

Enviado por Gustavo Lima.

Fonte: www.hmmb.com.br/forum

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

VEÍCULO HALF TRACK M3A1 FEB - 1 DIVISÃO DE EXÉRCITO

O veículo de transporte de pessoal de meia lagarta M3 foi um veículo blindado usado pelos Estados Unidos, o império britânico e os outros Aliados, inclusive o Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial. Cerca de 43.000 veículos foram produzidos, porém não há muitos por ai em funcionamento. No Brasil, acreditamos que este seja um dos únicos em funcionamento, pois os demais do Exército servem apenas como peças de exposição.

As três primeiras fotos foram tiradas na Semana da Independência, por ocasião da exposição de materiais militares no MNMSGM, evento anunciado neste site.

Entre as duas guerras mundiais, o Exército dos EUA procurou melhorar a mobilidade tática das suas forças. Com o objetivo de encontrar um veículo de infantaria de alta mobilidade, o Departamento de Material Bélico havia avaliado o projeto do meia-lagarta, testando os modelos franceses Citroën-Kégresse. A Companhia White Motor produziu uma viatura meia-lagarta protótipo, usando o seu próprio chassis e o corpo do carro Scout M3.O projeto, utilizando muitos componentes comerciais para melhorar a confiabilidade e aumentar taxa de produção, foi padronizado em 1940, cabendo a construção  à Autocar Company, a T Diamante Motor Company, e a White Motor Company.Os primeiros veículos tiveram, como armamento, uma metralhadora Browning calibre .50 (12,7 mm) modelo M2. A carenagem da viatura foi toda blindada, tendo um obturador ajustável blindado para o radiador do motor e um pára-brisas à prova de balas.




Os halftracks foram, inicialmente, extremamente impopulares, sendo apelidados de "Caixas de Purple Heart" (uma referência à condecoração sombria do Exército dos EUA para os feridos em combate) por tropas americanas. As principais queixas eram em torno da ausência total de protecção de cabeça contra sopro e estilhaços de artilharia, e que a armadura era inadequada contra fogo de metralhadora.


Dados do veículo:

Peso 9,3 toneladas
Comprimento 6,18 metros
Largura 2,22 metros
Altura 2,26 metros
Tripulantes 3 ​​+ 10 soldados
Principal armamento 
metralhadora M2 .50 (12,7 mm)
Motor 147 hp (110 kW)
Potência / peso 15,8 hp / tonelada
Combustível - capacidade 60 gal EUA (230 l)
Autonomia de 175 milhas (282 km)
Velocidade 45 mph (72 km / h)

Vídeo americano sobre o M3


O veículo mostrado nestas fotos pertence à 1 Divisão de Exército. É um remanescente do Esquadrão de Reconhecimento da FEB.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SOUVENIR DE MÁRMORE FIORENTINO A5

Mais um souvenir fiorentino trazido por febiano. Desta vez um pouco diferente, apesar de também ser feito em mármore colorido. Trata-se de um distintivo do 5 Exército na vertical, tendo ao seu pé uma representação do capacete M 1, um dos maiores símbolos representativos dos soldados aliados.




terça-feira, 18 de setembro de 2012

CAPITÃO ALVARO ALVES DOS SANTOS - COMANDANTE DA SEÇÃO DE CONTRA-INTELIGÊNCIA DA FEB

De vez em quando descobrimos que alguns de nossos leitores são parentes diretos de febianos. Desta vez, quem mandou dados para a confecção deste artigo foi o Sr Carlos Eduardo dos Santos Queiroz, neto do Gen. Bda. Alvaro Alves dos Santos, falecido em 1974, que na guerra, (enquanto Cap. Inf.), foi comandante do CIC (Counter  Inteligence Corps ou Seção de Contra Informação de Campanha), ou seja, a contra espionagem da FEB.

O mesmo sugeriu a leitura, (e inclusão na bibliografia recomendada), do livro Caçando Espiões de Geraldo Batista de Araújo, uma narrativa sobre o dia a dia do CIC durante a campanha na Itália.
Há um artigo sobre esse assunto no link: http://segundaguerra.net/ultimo-segredo-da-feb-a-batalha-silenciosa-da-contra-espionagem/ , porém alguns termos usados não condizem, como, por exemplo, chamar os fabianos do CIC de SS. Até porque o pessoal da SS alemã não era espião.
 Primeiramente, uma foto de estúdio





Na segunda foto, o Cap Alvaro analisa uma carta topográfica do terreno, em frente ao Monte Castello, provavelmente analisando o dispositivo inimigo para os próximos ataques.


Clássica foto na neve dos Apeninos

Foto de Oficiais brasileiros e americanos, em oportunidade após a entrega da Ordem do Mérito Militar brasileiro aos Oficiais americanos.








Foto do Capitão Alvaro no QG do General Zenóbio da Costa.

Os dog tags
O diploma da Cruz de Combate, com interessante texto.
Diploma da Medalha de Campanha, provavelmente segunda via, tendo em vista a data.


Diploma da Medalha de Guerra do Brasil





Diploma não tão comum para um Oficial febiano, o da Medalha de Campanha no Atlântico Sul, da Força Aérea Brasileira





Diploma italiano da Medalha Croce ao Valor Militar. Esse é apenas o segundo diploma de febiano que vejo desta medalha.






Diploma, também raro, de curso realizado por alguns Oficiais brasileiros na Escola de Infantaria dos Estados Unidos, em 1943.



Sua Cruz de Combate de segunda classe, primeiro modelo.


Medalha de Campanha da FEB






Medalha de Guerra, primeiro modelo.


Medalha de Campanha no Atlântico Sul, da FAB






Patches do 5 Exército de Campanha, sendo um de fabricação americana e dois italianos.


Patch da FEB, modelo 1949.





Foto do militar, desta vez como General, portando algumas das medalhas aqui mostradas.




Foto do jantar de despedida do CIC, na Itália, em 1945. Note que há brasileiros e americanos.





Por fim, uma foto do livro que faz menção ao CIC, uma parte pouco explorada da história da FEB.



Vamos agora a alguns conceitos para entender melhor o trabalho do CIC:

- Contra-Inteligência é o conhecimento necessário para a proteção e preservação da força militar, incluindo a segurança contra espionagem e sabotagem.

- As medidas de segurança a serem adotadas podem ser tomadas com base no conhecimento de contra-inteligência, por meio da produção de conhecimento sobre planos, operações, capacidades, ações de sabotagem e organização para o combate.- Sabotagem é descrita como a destruição intencional de materiais que prejudiquem uma determinada força na guerra.- Como organização (Seção), a contrainteligência consiste de pessoal, juntamente com suas habilidades e métodos, organizados com base nos arquivos de dados, de forma a tornar contínuo o processo de produção de conhecimento, de forma a ser utilizado nas horas de necessidade. 

A ser continuado.....

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Os interessados devem fazer a inscrição através do e-mail:

SANTINHOS DA FEB

Aqui está um ramo da coleção da FEB que não aparece muito por ai, o dos santinhos da FEB. Havia muitos objetivos ao se mandar fazer um santinho. Mostraremos aqui dois desses modelos. O primeiro é referente à Oração para a Nossa Senhora das Vitórias, feito ainda na Itália, para a missa de 24 de junho de 1945.
O segundo refere-se à graça pelo retorno do 3 Sgt Waldemar José de Carvalho, do Regimento Sampaio, em missa de 26 de agosto de 1945, já no Brasil.
Estes dois documentos são mais provas de que os expedicionários e sua famílias eram crentes em Deus, seja qual for a religião.

MAJOR NERO MOURA E A CRIAÇÃO DO AVESTRUZ

Há algum tempo, mostramos algumas fotos de itens do então major Nero Moura, oficial que comandou o Grupo de caça conhecido como Senta a Púa, na Itália. Alguns dos nossos leitores enviam, além de comentários, matérias interessantes para serem publicadas neste espaço. Esta matéria é composta por scans, como segue: A primeira, é pagina do "fascículo especial", do JORNAL DO BRASIL, de 1943. As outras imagens são da revista EM GUARDA ANO:4 - Nº2. Revista publicada mensalmente para a "Bureau do Coordenador de Assuntos Interamericanos". Abril de 1941.
Gostaríamos de agradecer ao nosso amigo Marcos Lima, por ter enviado os scans.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

EXPOSIÇÃO DA SEMANA DA INDEPENDÊNCIA

Como informamos há alguns dias, amanhã e domingo haverá uma exposição de veículos e materiais usados pelo Exército Brasileiro e Corpo de Fuzileiros Navais, inclusive o veículo blindado CLANF, utilizado na subida do Complexo do Alemão.
Informamos que a exposição ocorrerá no Monumento aos Mortos da II G.M., no aterro do Flamengo, das 0900 as 1700 h.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

CARABINA M1 DOADA PELO GENERAL MARK CLARK AO GENERAL MASCARENHAS

Antes de falar desta carabina em si, vamos a um breve histórico desse tipo de arma: As primeiras carabinas M1 foram entregues em meados de 1942, com prioridade inicial dada aos soldados do teatro de operações europeu (ETO). 
A carabina M1 não foi, originalmente, destinada a servir como uma arma base para a infantaria, nem era comparável a rifles de assalto mais poderosos, desenvolvidos no final da guerra. No entanto, a carabina logo foi amplamente fornecida para oficiais de infantaria, pára-quedistas americanos, sargentos, observadores avançados de artilharia e outras tropas da linha de frente.
A carabina M1 ganhou elogios, mesmo à despeito de seu pequeno tamanho, peso leve e poder de fogo, especialmente por aquelas tropas que eram incapazes de usar um rifle como sua principal arma. Na FEB, há poucas fotos dela em uso, mas alguns Oficiais também a receberam. 
O modelo mostrado neste post foi um presente do General Mark Clark, Comandante do 5 Exército de Campanha, para o General Mascarenhas de Moraes, Comandante da FEB. Encontra-se em uma Organização Militar do Exército, no Rio de Janeiro.
Como o armamento está em um relicário, resolvi colocar fotos de uma arma de mesmo tipo, retirada do Wikipedia.

domingo, 2 de setembro de 2012

FILME ORIGINAL SOBRE O RIFLE GARAND .30

Excelente vídeo da época da guerra, demonstrando o funcionamento do rifle Garand .30, o qual uma boa parte dos febianos teve a oportunidade de utilizar durante a guerra. 
O vídeo mostra a diferença entre este e o Springfield, que foi utilizado pela maior parte dos fuzileiros brasileiros na Itália.