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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Morre o último combatente da 2ª Guerra residente em Marília, Tenente Flávio Villaça Guimarães

Ele estava acamado há quatro anos, quando sofreu AVC (Acidente Vascular Cerebral) Fonte:http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/114546/Morre-o-ltimo-combatente-da-2-Guerra-tenente-Flvio-Villaa
Morreu na manhã de ontem (27), aos 89 anos, vítima de falências múltiplas dos órgãos, o tenente Flávio Villaça Guimarães, último combatente da 2ª Guerra Mundial (1939-1945) residente em Marília. Ele estava acamado há quatro anos, desde que sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral). 
Nascido em Caçapava (SP) no dia 1º de maio de 1923, Guimarães passou a viver em Marília em 1950. O combatente recebeu em 2007 uma homenagem do município, tendo seu nome gravado na estátua dos ex-combatentes da segunda guerra na Praça Saturnino de Brito, em frente à prefeitura. 
Todos os componentes do contingente mariliense receberam menção honrosa, medalha da “Cruz de Combate”, de 2ª classe. Para participar da Segunda Guerra Mundial, Guimarães deixou o Brasil, exatamente no dia 2 de julho de 1944 rumo ao “Front” na Itália, junto ao 6 RI, e regressou no dia 16 de julho de 1945, após o término dos combates, ocorrido no dia 7 de maio de 1945. 
Em virtude das ações do combatente, o Tiro de Guerra de Marília realizará hoje durante o sepultamento, homenagem com a guarda fúnebre, composta por um comandante e nove soldados. Segundo o tenente Marcos Vinicius da Silva França, durante o enterro será realizado salva de tiros. 
Após voltar da Itália o tenente se dedicou aos estudos e se formou em Direito, em 1959 pela ITE (Instituição Toledo de Ensino) de Bauru. Exerceu advocacia por mais de 30 anos. Guimarães também foi professor da Escola Estadual Monsenhor Bicudo e exerceu função como economista. Ele participou durante 50 anos como vicentino da Associação São Vicente de Paula. 
Guimarães deixa sete filhos, sendo cinco homens, Fabio José, Carlos Aberto, José de Freitas, Luis Augusto e Paulo Roberto e duas mulheres, Maria das Graças e Lucia Eneida. Além de dezesseis netos e um bisneto. Sua esposa Eunice Guimarães faleceu em 2004. Segundo o filho Carlos Alberto Rino Guimarães, antes de ficar acamado, o pai contava várias histórias sobre as vivências na Itália durante o período da segunda grande guerra. 
Para mostrar para sociedade mariliense a história de coragem do tenente, a família lança nos próximos meses, o livro “Anotações de um Observador” de autoria do próprio combatente. “Queremos mostrar para a população a história desse grande homem. O livro está sendo editado com todas as passagens dessa batalha de sua vida. Ele com certeza vai deixar muita saudade, ele era um pai cuidadoso com os filhos, excelente marido, bom profissional. Um grande exemplo para todos os seus familiares. Ele deixa um grande legado”, afirma Beto Rino. O corpo do tenente está sendo velado na sala 4 do Velório Municipal e o sepultamento será às 9h de hoje no Cemitério Parque das Orquídeas. 
Fonte: www.hmmb.com.br/forum Enviado por: Gustavo Lima

terça-feira, 28 de agosto de 2012

SOUVENIRS DA 1 DIVISÃO BLINDADA AMERICANA

A primeira Divisão Blindada americana - apelidada de "Old Ironsides", é baseada em Fort Bliss, no Texas. Foi a primeira divisão blindada do Exército dos EUA a ver ação na Segunda Guerra Mundial. 
A divisão foi apelidada pelo seu primeiro comandante, Major General Bruce R. Magruder, depois de ter visto a foto da fragata USS Constituição, que também era apelidada de "Old Ironsides". 
O grande "1" no topo representa a designação numérica da divisão, e a insígnia é usada como base para a maior parte das outras divisões blindadas. O canhão representa poder de fogo, a faixa representa a mobilidade, e o trovão representa velocidade e força de choque. 
Na Itália, a Divisão adentrou na Itália após a queda da Sicília, inserida no 5 de Campanha dos EUA. Participou nos desembarques em Anzio e da libertação de Roma, em 4 de junho de 1944. A divisão continuou em combate no Vale do Pó, até as forças alemãs na Itália se renderem, em 2 de maio de 1945. Em junho, a Divisão rumou para a Alemanha, como parte das forças de ocupação. 
A seguir, mostramos um capacete M 1 em miniatura e um patch da Divisão Old Ironsides, que lutara lado a lado com a FEB por alguns meses.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

EXPOSIÇÃO DE VIATURAS DA FEB E MATERIAIS MODERNOS DO EXÉRCITO E MARINHA

Ocorrerá nos dias 8 e 9 de setembro, no Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, a exposição da Semana da Pátria. A exposição contará com cerca de 40 viaturas antigas, viaturas modernas do Exército e Marinha, além de armamentos e equipamentos dos mais variados possíveis. Funcionará das 0800 às 1700, em ambos dias.

VÍDEOS DA FEB DA TV ESTADÃO

Vídeos muito bons, com inúmeras entrevistas de veteranos, imagens e músicas de época. "Estado" traz especial sobre participação do Brasil na guerra TV Estadão | 24.08.2012 Há 70 anos o Brasil entrava em guerra pela última vez. O "Estado" reuniu textos, imagens e depoimentos para contar essa história. A Marinha do Brasil não estava equipada para enfrentar a ameaça dos submarinos alemães. O Brasil forma uma Força Expedicionária para mandá-la à Europa com um Grupo de Aviação de Caça. Os soldados brasileiros lutam no Vale do Serchio, em Monte Castelo e em Montese; conhecem a vitória, a derrota, a morte e a destruição do conflito. Despreparados para a neve e para guerra moderna, os soldados brasileiros conseguem superar os obstáculos na Itália e termina vitorioso a guerra contra o nazismo. Disponíveis em: http://tv.estadao.com.br/videos-canal,GERAL,250,0.htm

domingo, 26 de agosto de 2012

ENVELOPE COMEMORATIVO DO DIA DA VITÓRIA

Envelope com a temática do Dia da Vitória na Europa, comemorado em 8 de maio de 1945. O envelope traz uma série de 5 selos, além de carimbos da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Os carimbos têm a inscrição "Gloria aos Povos que forjaram a Vitória".
O primeiro selo traz a inscrição SAUDADE, que era, certamente, o sentimento que mais aflorou nas mentes dos febianos durante a Campanha. Retrata tanto a saudade daqueles que estavam lutando na Itália, em relação äs suas casas, namoradas, etc, quanto a saudade no Brasil, daqueles que não iriam mais voltar.
O segundo selo é a GLORIA, que foi alcançada após os 9 meses de campanha, apesar dos inúmeros obstáculos iniciais. Traz a imagem do febiano em desfile antes do embarque.
O terceiro selo mostra as bandeiras dos vários países aliados que lutaram contra o Eixo, desde 1939 até 1945.
O quarto selo mostra a efígie da República, com o desenho dos campos agrícolas ä esquerda, grande riqueza do País, e a recém-montada e promissora indústria, graças ao financiamento norte-americano para a construção da Usina Siderúrgica de Volta Redonda.
Por fim, o selo de valor estampado mais alto mostra a cooperação do Brasil com os aliados, neste caso com o Trampolim da Vitória, possibilitado a alocação de meios para o norte da Africa. Traz, também, a figura do patch coração Brasil.

O correio militar da Força Expedicionária Brasileira.

Aqui está um assunto um tanto desconhecido por parte dos amantes da FEB, bem como familiares que possuem correspondências ou colecionadores em geral, com a exceção dos filatelistas. por Wilson de Oliveira Neto em Seg Ago 20, 2012
Fonte: http://minhacolecaodeselospostais.blogspot.com.br/2012/08/o-correio-militar-da-forca.html
Entre os anos de 2003 e 2004 eu participei de um projeto de pesquisa sobre a história do 62o. Batalhão de Infantaria de Joinville, em Santa Catarina. A pesquisa gerou diversos frutos, entre os quais se destaca o livro O Exército e a cidade, publicado em 2008, do qual sou co-autor.
Porém, o volume de documentos militares consultados foi enorme e acabei não publicado muitos dados coletados. A postagem de hoje procura fazer justiça à essa omissão e, aos poucos, tornar públicas as informações que obtive sobre o Correio Militar da Força Expedicionária Brasileira - FEB. O assunto é velho conhecido dos filatelistas amantes da história postal e já rendeu diversos estudos publicados em revistas filatélicas e coleções magníficas.
Quando a FEB foi criada e organizada, em 1943, seus responsáveis preocuparam-se com os mais diversos aspectos da sua existência e funcionamento, entre os quais o seu serviço de correio. A imagem a seguir representa os modelos de marcas postais destinadas à censura e à datação das correspondências trocadas entre os pracinhas e seus familiares.
Referência: MINISTÉRIO DA GUERRA. Boletim do Exército. Vedado à imprensa. Suplemento n. 1: instruções para o funcionamento do Serviço Postal da Força Expedicionária Brasileira. Rio de Janeiro: Imprensa Oficial, 1944. Enviado por Gustavo Lima. Fonte: www.hmmb.com.br/forum

REPORTAGEM DO ESTADÃO - O BRASIL EM ARMAS - 2ª GUERRA MUNDIAL 70 ANOS

Interessante resumo da atuação do Brasil na Segunda Grande Guerra, com fotos, infográficos e bastante informação interessante. Vale a pena dar uma olhada. O Brasil em Armas "Há 70 anos, o Brasil entrou em guerra pela última vez – contra a Alemanha nazista e a Itália fascista. 

A decisão foi tomada após o torpedeamento de cinco navios brasileiros na costa do Nordeste. Em dois dias, 551 pessoas foram mortas. Desde 1941, sucediam-se ataques de submarinos alemães. Mas daquela vez foi diferente. As agressões ocorreram na costa brasileira e a quantidade de vítimas – a maioria civis indefesos – fez eclodir a revolta popular. As manifestações que se seguiram à agressão nazista faria o governo declarar o estado de beligerância no dia 22 e o de guerra no dia 30.

O Estado consultou arquivos militares, diplomáticos e governamentais em São Paulo, Rio e Brasília para contar essa história. Achou papéis – até então sigilosos – da Missão Militar Brasileira em Berlim, guardados no Itamaraty, e do Conselho de Segurança Nacional, no Arquivo Nacional. Eles mostram por que e por ordem de quem o Brasil foi agredido pelos submersíveis inimigos e como o País, improvisadamente, preparou-se para enfrentar essa ameaça. 

A reportagem ouviu e gravou duas dezenas de entrevistas com veteranos. Também procurou historiadores, familiares de antigos combatentes e militares da ativa. Analisou diários de campanha de unidades da Força Expedicionária Brasileira, acervos particulares e da Justiça Militar. 

A pesquisa conduziu a histórias surpreendentes. Como a dos pracinhas submetidos à corte marcial e condenados à morte – os únicos durante a guerra – após um estupro e um assassinato. Ou a do capitão que passou o conflito atormentado pela ideia de enterrar um amigo tombado em combate e deixado no campo de batalha. Ou ainda a de brasileiros que combateram – e morreram – pela Alemanha. 

A equipe produziu infográficos mostrando a evolução da guerra, as armas e os uniformes usados por brasileiros no maior conflito bélico de todos os tempos. Quase mil imagens serviram para reconstruir o período. Espalhadas pelo País, foram achadas principalmente com veteranos e nos acervos de Marinha, Exército e Força Aérea. 

O Estado reuniu áudios de músicas da época, resgatou detalhes da vida no front e em São Paulo durante o período e descobriu algumas histórias que muitos queriam ver escondidas e outras que nunca deveriam ter sido esquecidas. São textos, vídeos e gravações indispensáveis para se entender essa história: a nossa história. / MARCELO GODOY" Para saber mais, acesse: http://topicos.estadao.com.br/o-brasil-em-armas

domingo, 12 de agosto de 2012

Jacareí abrigará museu sobre a Segunda Guerra Mundial

Memorial será instalado até 2013 em casarão da Força Expedicionária Brasileira que está sendo restaurado Xandu Alves São José dos Campos A memória é a melhor lembrança.
Quem lutou na Segunda Guerra Mundial não esquece as cicatrizes da batalha que definiu o século 20. Em Jacareí, filhos de ex-combatentes do Vale do Paraíba estão reerguendo um símbolo da luta que estava relegado ao esquecimento. Eles levantaram R$ 5.000 com doações e eventos para restaurar o prédio da FEB (Força Expedicionária Brasileira) de Jacareí, no bairro Bela Vista, na região central.
Construído entre 1965 e 1968, o prédio estava abandonado desde 2002. A restauração contou com apoio da Prefeitura de Jacareí, que cedeu a mão de obra, e do Rotary Club, que ajudou na obtenção dos recursos. A força-tarefa resultou na recuperação da fachada e do andar térreo do casarão, faltando a parte inferior do imóvel, cuja reforma deve custar cerca de R$ 10 mil.
A previsão é de que o memorial seja inaugurado no ano que vem. Drama. Segundo Antônio Nunes Neto, 65 anos, presidente da FEB de Jacareí, a meta é construir um memorial aos 135 pracinhas da cidade --destes, só nove estão vivos-- que lutaram na Itália ao lado das nações aliadas num dos capítulos mais sangrentos da história mundial. “As pessoas poderão vir fazer pesquisas, conhecer a história dos pracinhas e material do nosso acervo, que será renovado. A ideia é não deixar essa história cair no esquecimento”, disse Neto.
Contribuições à reforma podem ser feitas nas reuniões de segunda e quinta, às 20h, no prédio da FEB. O casarão guardará histórias dramáticas como as dos ex-combatentes Francisco Arthur Gomes, 91 anos, e José Antônio Marçon, 94 anos, que conseguem se lembrar de detalhes dos confrontos. Hoje morando em São José, Gomes só foi para guerra porque era dois centímetros maior do que a altura mínima exigida, de 1,50 metro, a mesma do fuzil com baioneta. A convocação chegou no dia do aniversário da mãe, em 1942, que morria de medo de perder o filho. Depois de quase dois anos de treinamento, ele embarcou em julho de 1944 para a Itália. Foram 16 dias no mar até chegar a Nápoles.
Foram várias ações de defesa e ataque, operações de patrulhamento e de guarnição e bombas do inimigo até conseguir voltar vivo para o Vale. “Foram momentos que não esquecemos nunca. Tudo era muito difícil”, disse Gomes. José Antônio Marçon, lavrador de Jacareí, deixou a enxada para empunhar um fuzil e defender o Brasil na 2ª Guerra. Ele ainda se recorda das batalhas. “Granadas e bombas podiam cair a qualquer momento. Não foi fácil.”
Foto: Warley Leite Fonte: www.hmmb.com.br/forum Enviado por Gustavo Lima

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