COMPRO MATERIAL DA FEB: JULIOZARY1997@GMAIL.COM

terça-feira, 31 de agosto de 2010

ENCONTRO COM VETERANOS DA FEB NO FORTE DE COPACABANA

Clique na figura abaixo e veja as informações necessárias.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

EX-COMBATENTES DA FEB PODEM PERDER TERRENO DOADO EM BRASÍLIA

Nosso amigo Gustavo Lima nos mandou esta matéria ontem. Apesar deste espaço ser apolítico, acho interessante mostrar este tipo de matéria aqui, demonstrando que ainda hoje os nossos heróis tem que lutar para sobreviver.....

"Terreno doado há 44 anos a militares que lutaram na Segunda Guerra é
reivindicado pela Terracap. Moradores do local, a maioria idosa, se revolta e
diz desconhecer irregularidades
Renato Alves

Publicação: 25/08/2010 07:00 Atualização: 25/08/2010 08:05

Considerados heróis da Pátria, brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial correm o risco de ser despejados na capital do país. A Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) reivindica o terreno doado em 1966 à Associação dos Ex-Combatentes. O lote fica na 913 Norte, ao lado do nobre Noroeste em construção e abriga, além da sede da instituição, 31 residências, onde moram 32 militares da
Força Expedicionária Brasileira (FEB) ou viúvas de alguns deles. A maioria idosos; alguns, doentes. A Terracap se baseia na denúncia do companheiro de uma neta de um
ex-combatente, recebida em 2007. O homem apontou inúmeras irregularidades na associação, como aluguel de residências e descumprimento de outras regras acordadas no ato da doação do terreno. Os ex-militares negam todas as acusações e desconfiam que a ação está ligada à criação do Noroeste, bairro onde o metro quadrado
construído vale, em média, R$ 10 mil. Só o lote da associação está avaliado em R$ 55 milhões.

O autor da denúncia, segundo os diretores da associação, morou por um tempo na instituição, pois estava precisando de ajuda. “A direção anterior permitiu que ele ficasse aqui. Só que ele queria um lote. Como consta no regulamento interno da associação, ele não teria direito algum, pois a ocupação só é permitida a ex-combatentes ou aos seus descendentes diretos. Esse rapaz perdeu judicialmente e saiu com muita raiva de todo mundo. Acredito que ele tenha entrado com esse
processo por vingança”, avalia a secretária-geral da associação, Valéria Oliveira, 44 anos, filha de um ex-combatente. Ex-marinheiro e presidente da associação, José Francisco da Cruz, 92 anos, não esconde a indignação. “Estamos dentro do regulamento. Ninguém é dono de nada aqui. Os recursos são conseguidos por meio
da mensalidade dos sócios-beneficiados, que são os ex-combatentes, e os sócios-colaboradores, que são os seus descendentes diretos. Não há qualquer tipo de locação aqui”, garantiu. São 200 associados, 41 deles tendo lutado na Segunda Guerra Mundial.
Advogado da associação, Carlos Rodrigues Soares conta que houve apenas uma perícia administrativa feita pela Terracap, após a denúncia. “Estão alegando que a instituição se beneficia dos imóveis para fins lucrativos perante a locação dos mesmos. Isso não é verdade. Os ex-combatentes que vivem ali têm por direito o imóvel e vale ressaltar que eles não possuem a propriedade no nome deles; as moradias pertencem à associação”, ressaltou.

A questão seria resolvida ontem pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, em audiência na 1ª Vara de Fazenda Pública. Mas o advogado da Terracap pediu mais prazo para analisar melhor o processo e fazer suas considerações finais, alegando que pegou a causa há pouco tempo. Ele não soube, por exemplo, informar quando foi feita a perícia, nem a conclusão da mesma. O pedido do defensor da estatal foi aceito e a sentença deve sair até o fim da próxima semana. Recursos próprios A sede da Associação dos Ex-Combatentes conserva e expõe documentos, fotografias, roupas e
equipamentos usados pelos militares nas duas grandes guerras mundiais. O prédio da entidade e as casas ocupadas pelos associados foram construídos com dinheiro dos militares. Alguns levantaram as paredes com as próprias mãos. “Começamos só com um barraco, com poucas madeiras. Nunca cobrei nada da associação pela mão de obra. Sinto-me orgulhoso por ter ajudado a concretizar este espaço que conta a história do Brasil e dos meus colegas militares”, lembrou o ex-segundo tenente José Andrade, 91 anos.

Esta é uma das diferenças existentes entre a política de tratamento com nossos veteranos, bem diferente do que acontece lá nos Estados Unidos, por exemplo, onde há um número infinitamente maior deles, e uma política bem definida de concessões e privilégios, bem merecidos por sinal.

domingo, 22 de agosto de 2010

CONDECORAÇÕES ESTRANGEIRAS CONCEDIDAS AOS FEBIANOS

Apresentamos hoje as condecorações estrangeiras concedidas aos febianos durante a guerra na Itália.

Primeiramente a Cruz de Guerra francesa com palma (La Croix de Guerre avec Palme). Esta medalha era dada para uma Unidade ou individualmente para aqueles que se distinguiram por atos de heroismo envolvendo combate contra forças inimigas.



Agora uma medalha americana, denominada Estrela de prata (Silver Star Medal). Esta medalha é atribuída por bravura em ação contra um inimigo dos Estados Unidos, quando não se justifica uma das duas medalhas mais elevados - a Cruz de Serviços Distintos, a segunda mais alta decoração militar , ou a Medalha de Honra do Congresso, a mais alta condecoração. A silver star pode ser atribuída a qualquer pessoa que, ao servir,distingue-se por heroísmo extraordinário envolvendo uma das seguintes ações:

* Na ação contra um inimigo dos Estados Unidos
* Enquanto servia como aliado das forças americanas envolvidas em um conflito armado contra uma força inimiga em uma guerra



Outra medalha americana, chalada Estrela de Bronze (Bronze Star Medal). Esta medalha é uma condecoração das Forças Armadas dos Estados Unidos que pode ser concedida por bravura ou ações meritórias. Quando concedida por bravura, é o quarto prêmio de combate em hierarquia das Forças Armadas dis Estados Unidos.



Agora uma medalha italiana, a Cruz ao Valor Militar (Croce al Valore Militare). Esta medalha era concedida por Valor Militar.



Para finalizar, apresentamos a Medalha americana para Prisioneiros de Guerra (P.O.W. Medal). A POW Medal é uma condecoração militar dos Estados Unidos autorizadA pelo Congresso e promulgada pelo Presidente Ronald Reagan, em 08 de novembro de 1985. A referida medalha pode ser atribuída a qualquer pessoa que era um prisioneiro de guerra, após 05 de abril de 1917 (data da entrada Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial). É concedido a qualquer pessoa que foi presa, ou quando mantida em cativeiro, resultada de uma ação contra um inimigo dos Estados Unidos, enquanto envolvidos em operações militares, mesmo que sendo de forças aliadas contra um inimigo em comum.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

22º ENCONTRO NACIONAL DE VETERANOS DA FEB



É com prazer que viemos anunciar o 22º Encontro Nacional de Veteranos da FEB. O Secretário Executivo da Seção regional da FEB, núcleo de Jaraguá do Sul-SC - Ivo Kretzer - juntamente com o Veterano e Presidente desta SR, Anselmo Bertoldi (Padioleiro na época), e a Fundação Cultural de Jaraguá do Sul convidam à todos para prestigiarem o evento deste ano, que ocorrerá de entre os dias 13 e 15/11/2010.

As inscrições estarão abertas do dia 01/07/2010 a 17/10/2010, e o envio do comprovante de depósito deverá ser em, no maximo, 5 dias após efetuada a inscrição.

- Não serão aceitas inscrições após o prazo estipulado.

- Os interessados deverão assinalar sim ou não para os serviços que irão utilizar e somar todos os valores para fazer o pagamento.

- O pagamento deverá ser feito através depósito no banco abaixo:
Banco: Caixa Econômica Federal
Agencia: 0417
Operação: 003
Conta: 2682-6
em nome do Instituto de Ação Cultural, Assistencial e Desportivo do Brasil.

- O Inscrito deverá remeter fax do comprovante de depósito para o número (0xx47) 3371-6757



INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

- Em todas a alimentações deverá ser apresentado o Ticket.
- Durante o evento haverá equipe de plantão para qualquer emergência de saúde.
- As solenidades serão concentradas em locais confortáveis e de fácil acesso.
- As homenagens serão feitas com exclusividade aos veteranos.
- Solicitamos que os veteranos venham de boina para melhor identificação.


MENSAGEM:

A associação da FEB, bem como a Fundação Cultural de Jaraguá do Sul desejam acolher a todos que vierem prestigiar a esse nobre evento e esperamos que se sintam felizes em nossa comunidade.

Maiores informações e inscrições pelo site http://cultura.jaraguadosul.com.br

Realização

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

3º SGT LAIR PIRES - UM HERÓI NACIONAL

Este artigo teve início em um pequeno pedaço de papel antigo, guardado por anos a fio. O veterano em questão não está mais entre nós (que Deus o tenha), mas seus pertences ficaram anos guardados, até que vieram parar nas mãos de uma de suas filhas. No meio das fotos, medalhas e outras coisas, havia um pequeno pedaço de papel rasgado, o qual tinha alguns nomes de febianos, com seus respectivos endereços. Para nossa sorte, sua filha tem um espírito aguçado e começou a ir atrás daqueles nomes na internet, para ver se localizava alguma coisa. Por sorte, ou destino, um dos nomes era exatamente o do Cap Fontoura, o qual disponibilizamos um artigo sobre ele aqui uns meses atrás.

Foi desta forma que ela localizou este blog e então começamos a manter contato. Conversa vai e conversa vem descobrimos que o seu pai, o então 3º Sargento Lair Pires, fora motorista do Cap Fontoura durante toda a guerra. Sem maiores delongas, vamos ao seu histórico:

Ao ser declarada a guerra, em 22 de agosto de 1942, o então 3º Sargento Lair Pires (Pires), juntamente com o 1º Tenente Joaquim Antônio da Fontoura Rodrigues (Fontoura), servia no II Batalhão do 4º Regimento de Artilharia Montada, situado em Itu, São Paulo, local onde desempenhava a função de Motorista do Comandante da 3ª Bateria. O Regimento fora transferido de Itu para a cidade de Maceió - Alagoas, a 13 de setembro do mesmo ano. Essa transferência foi feita por trem até a cidade do Rio de Janeiro, e depois por navio (vapor Almirante Alexandrino).

Em 26 de novembro de 1943, por necessidade do serviço, foi transferido para o 1º Regimento de Artilharia Montada, sediado na cidade do Rio de Janeiro. Ao chegar no Rio de Janeiro, foi, juntamente com o Ten Fontoura, convidado a integrar o I /1º Regimento de Obuses Auto-Rebocados, tendo por finalidade seguir juntamente com a FEB para o Teatro de Operações da Itália. Embarcou para “além-mar” no navio transporte de tropas A.P. 116, a 22 de setembro de 1944, tendo atingido o objetivo em 12 de outubro, na cidade de Pisa.

Chegando à Itália, o 3 º Sgt Pires fora designado, juntamente com o já Capitão Fontoura - (promovido em 25 Dez 1944) – para fazer parte da 3º Turma de Ligação com a Infantaria (1º Batalhão do 11º RI), atuando como motorista do chefe dos Observadores Avançados.

As primeiras operações de guerra realizadas a qual participaram foram em 17 de novembro de 1944, realizando reconhecimentos da zona de posições do Grupo para a entrada em operações de guerra no eixo Pistóia-Bologna.

Seu Grupo teve, de 23 a 27 de novembro, a missão de apoio ao conjunto na frente da Task-Force 45, tomando parte das operações do M. Castello, Província de Bologna, onde cumpriu um total de 15 missões de tiro.

A partir de 1º de janeiro, até 19 de fevereiro, o Grupo permaneceu em apoio ao quarteirão oeste (área do 3º Batalhão do 11º RI), e subsetor oeste (área do 2º Batalhão do 11º RI). A partir de 19 de fevereiro, o Grupo passou a cumprir missão de reforço à Artilharia Divisionária da 10ª Divisão de Montanha americana, nas operações de ataque ao Monte Belvedere, que obtiveram pleno êxito. Na mesma ocasião, cumpriu missão de apoio direto ao subsetor ocupado pelo 1º RI (Regimento Sampaio).

Em 21 de fevereiro estava em apoio direto ao I/1º RI no ataque ao M. Castello, operação esta coberta de êxito, participando ainda das tomadas de La Serra e Bela Vista, nos dias subseqüentes.

Após seu regresso, permaneceu na sua cidade de origem, em Itú, São Paulo, onde acabou de casando e tendo 3 filhas e dois filhos. Após inúmeras missões cumpridas ao longo de toda a guerra, o Sgt Pires e o Cap Fontoura tornaram-se grandes amigos. Isso pode ser constatado nas várias fotos que os dois aparecem juntos no álbum orgulhosamente guardado por sua filha até hoje. Inclusive o Cap Fontoura foi o padrinho de batismo do filho mais velho do Sgt Lair.

Vamos às fotos...

Foto 1: PC em Montese - abril de 45 - Sgt Lair Pires à esquerda e Cap Fontoura ao centro



Foto 2: Deslocamento da 3 Turma de Ligação, em Toulon, formada pelo Cap Fontoura, Sgt Lair, Cabo Paschoal, Soldados Bordin e Pimpão. Na foto aparecem apenas o Sgt Lair e o Cap Fontoura atrás do jipe.



Foto 3: Momento de descontração, durante uma das liberações



Foto 4: Sgt Lair e seu inseparável jipe (ITU), juntamente com dois companheiros



Foto 5: Sgt Lair Pires e seus companheiros fazendo uma encenação de patrulha, durante a defensiva de inverno



Foto 6: Momento de descontração, em um parque de diversões de Roma



Foto 7: Foto de Estúdio tirada em Roma (detalhe do pin na ponta do bibico). Datada de 22 de Fev de 45. Provavelmente estava em licença durante o último ataque ao Castello.



Foto 8: Foto de estúdio tirada em Itú, já no Brasil, orgulhosamente ostentando a sua Cruz de Combate e a Medalha de Campanha



Foto 9: Foto tirada quando já estava na Reserva, no posto de Major de Artilharia



Recebeu as seguintes condecorações:

Cruz de Combate de Primeira Classe
Medalha de Campanha
Medalha de Guerra
Medalha Militar de Prata e de Bronze

Não temos informações sobre como recebera sua CC1, mas sua filha recorda-se que ele comentava que recebera por ter mantido as ligações funcionando durante um dos ataques ao Monte Castello. De qualquer maneira ele fez juz por tê-la recebido, tornando-se um grande Herói Nacional.

Agradecemos imensamente à sua filha por ter entrado em contato conosco e ter disponibilizado este material para que pudéssemos divulgá-lo neste espaço. Ainda sua grande hospitalidade e a do seu Marido.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

MEDALHÃO DO SEGUNDO BPCh - SP - OS MP DA FEB

Durante a guerra, a FEB teve uma tropa tipo polícia, que ostentava o braçal de MP (Military Police) modelo americano. Inicialmente o efetivo desta tropa era de um pelotão, que depois foi aumentado para uma Companhia, ou seja, de uns 40 para uns 200 homens, aproximadamente.

Estes MP foram recrutados da extinta Guarda Civil de São Paulo. Informações mais detalhadas sobre esses elementos podem ser lidas no livro do Coronel Telhada.


Imagem: Marcelo Bonini

Segue um breve relato sobre os MP do Maj Galdino, da PMSP.

Os MP ficavam inclusive na retaguarda, mas, seu trabalho ia muito além disso.
Sua atuação na linha de frente própriamente dita era enorme.
Para fazer o reconhecimento de estradas não conhecidas, calcular o melhor momento de cruzar uma ponte sem ser bombardeado, acompanhar a tropa, escolhendo melhor itinerário, a fim de chegar à frente de combate, exigia que o MP estivesse o tempo todo se expondo na própria linha e em vários outros locais incertos.
Para fazer tudo isso eles tinham que ir antes da tropa.
Os MP também fizeram serviço de combate direto, casa por casa, após a tomada das cidades (em Camaiore ocorreram vários combates com os MP).
Para escoltar prisioneiros de guerra capturados na linha de frente eles tinham que ir até lá buscá-los (um dos 80 MP morreu assim).
A isso acrescente-se o serviço de polícia ostensiva e investigativa, bem como participação em interrogatórios, na retaguarda (outro MP morreu assim).
Isso sem contar que os MP foram escolhidos a dedo pelo Gen. Zenóbio, que tinha muito apreço por eles.
Se levarmos em consideração a quantidade e raridade dos equipamentos à venda hoje, isso acaba sendo um adicional.
Pelo que pude ler, as polícias das FA (de todos os lados) eram tropas diferenciadas para melhor.
Tudo isso junto fez a mística dessa tropa.

O atual Batalhão da PM de SP, de onde saíram os MP, é o 2 Batalhão de Polícia de Choque. Nas dependências desta Unidade, foi inaugurada uma placa a estes combatente em 1980.


Imagem: Ricardo Della Rosa

Em homenagem ainda a estes heróis, foi mandado cunhar um medalhão (provavelmente década de 70), onde diz no anverso "FEB - Nós também participamos", figurando ainda a cobra fumando.





Fonte: hmmb.com.br/forum

BUMPER CODES - IDENTIFICAÇÃO DE UNIDADES DA FEB PELA NUMERAÇÃO DOS PARACHOQUES

Aqui mostramos uma lista com a numeração que podia ser encontarada nos parachoques das viaturas usadas pela FEB, facilitando a identificação de unidades febianas nas fotos.

FEB 100, Quartel General da 1ª. DIE
FEB 101, Infantaria Divisionária da 1ª. DIE
FEB 103, Artilharia Divisionária da 1ª. DIE
FEB 210 A, Companhia do Quartel-General, Tropa Especial
FEB 210 C, Pelotão de Polícia, Tropa Especial, Tropa Especial
FEB 210 D, Companhia de Manutenção Leve, Tropa Especial
FEB 210 E, Companhia de Intendência, Tropa Especial, Tropa Especial
FEB 210 F, Companhia de Transmissões, Tropa Especial
FEB 210 N, Centro de Triagem
FEB 310, 1º. RI (Sampaio, Rio de Janeiro)
FEB 320, 6º. RI (Caçapava, São Paulo)
FEB 330, 11º. RI (São João Del Rey, Minas Gerais): N, Cia. de Canhões Anticarro; G, Destacamento de Saúde
FEB 410, I Grupo de Obuses Auto-Rebocados (Rio de Janeiro)
FEB 420, II Grupo de Obuses Auto-Rebocados (Rio de Janeiro)
FEB 430, III Grupo de Obuses Auto-Rebocados (Quitaúna, São Paulo)
FEB 440, IV Grupo de Obuses Auto-Rebocados (Rio de Janeiro): C, 3ª. Bateria
FEB 510, 1º. Esquadrão de Reconhecimento
FEB 610, 9º. Batalhão de Engenharia
FEB 710, Batalhão de Saúde: A, B e C: 1ª, 2ª e 3ª Cia de Evacuação; D: Cia de Tratamento; K: Destacamento de Comando.
FEB 1010 Depósito de Intendência (não pertencia à D.I.E., apenas à FEB).

Mais uma vez agradecemos ao nosso amigo Cesar Campiani. Fonte: www.hmmb.com.br/forum

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MEDALHÃO DA ANVFEB - JUIZ DE FORA, DE 30 ANOS DA VITÓRIA

Medalhão datado de 08 de Maio de 1975, homenageando a passagem dos 30 anos do Dia da Vitória na Europa. Várias formas existem para homenagear esta data, inclusive sabemos da existência de diversos medalhões de mesa.

Este Medalhão foi mandado cunhar pela Associação Nacional de Veteranos da FEB - Seção Juiz de Fora. O formato deste medalhão nos lembra o da Ordem do Mérito Militar do Exército, mas em escala maior. Apresenta ainda uma fita, nas cores vermelha e branca, e ainda uma caixa própria.



Parte de dentro da tampa da caixa do medalhão

BLOG "TUDO POR SÃO PAULO" 1932 - REALIZA HOMENAGEM À FEB

O Blog Tudo por São Paulo, de nosso amigo Ricardo Della Rosa, realizou uma justa homenagem à Força Expedicionária. Vale a pena uma visita não só nesta matéria, mas em todo o seu blog.

Inclusive seu blog inspirou a criação deste espaço da FEB.

Obrigado Ricky.

http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com/